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A Naifa é o único grupo português que reveste o fado com uma sonoridade contemporânea, mantendo a coerência e um interesse estético.
Se não é o grupo de fados e guitarradas mais atípico de sempre, é a banda pop mais portuguesa da actualidade.
Uma personalidade musical lusa tão marcada que, para encontrarmos exemplos semelhantes no pop, teríamos de recuar aos casos de António Variações ou da Sétima Legião.
Mas como os tempos são outros, os ingredientes distanciam-nos.
A Naifa é uma banda do Portugal que vivemos.
Mazgani é um cantautor Luso-Iraniano, que deu início à sua carreira com a edição do álbum "Song of the new heart" no final de 2007 e foi considerado um dos 20 melhores novos artistas musicais da Europa pela revista Les Inrockuptibles”.
O seu primeiro disco foi aclamado pela crítica especializada, com grandes canções, de belas melodias e uma poesia que dificilmente se enquadram no facto de ser somente um primeiro disco.
Anuncia assim a sua chegada ao panorama musical nacional.
Os Guta Naki são um trio com um electrónico melódico, pop, enriquecido pelo texto, cantado em português, um fado electrónico com baixo e guitarra eléctricas.
cantado em português, um fado electrónico com baixo e guitarra eléctricas.
Criada em 2008, a banda é constituída por Cátia Pereira (voz), Dinis Pires (Baixo e melódica) e Nuno Palma (Guitarra, teclados e programações).
The Beat Bombers é um projecto do caldense DJ Ride e DJ Ovelha Negra, "a real turntablism crew", que apresenta o que de melhor se faz na música urbana nacional.
O hip hop foi sempre, por definição, o terreno do real, da rua, do concreto.
A metáfora, quando aflora nas rimas, é quase sempre para reforçar a ideia de realidade, por analogia.
Por tudo isto, é entusiasmante ver como um criador usa a música não para escapar dessa realidade, mas praticamente para inventar uma nova dimensão.
Os "a Jigsaw" são um quarteto indie multi-instrumentista que se rendeu ao som do folk, do country e dos blues.
Depois do sucesso atingido com o álbum conceptual "Letters From The Boatman" (2007), João Rui, Jorri, Susana Ribeiro e Marco Silva fazem chegar até nós um segundo álbum: "Like The Wolf" (2009).
As intensas performance ao vivo, onde diferentes instrumentos surpreendem o público a cada momento, fazem deste um projecto a acompanhar em 2010.
Anaquim, projecto a solo de José Rebola (guitarrista dos The Cynicals), explora uma sonoridade folk que revisita os grandes nomes da música portuguesa ao mesmo tempo que inova, seja na temática, na escolha de instrumentos ou nos arranjos.
Nascido em 2006, o projecto conta ao vivo com alguns dos melhores músicos de Coimbra que não deixam de dar o seu cunho pessoal ao resultado final, todo ele leve na forma e forte no conteúdo.
As músicas têm sempre uma portugalidade e uma actualidade que cria uma empatia imediata com o ouvinte.
Carminho vai apresentar no CCC "Fado", o seu aclamado disco estreia que já é Disco de Ouro e um dos destaques na lista de Melhores do Ano 2009, por várias publicações nacionais.
O concerto está integrado nas comemorações do 150º aniversário do Montepio Rainha D. Leonor.
Há um par de anos que era aguardada com grande expectativa a estreia em disco de Carminho, a voz a que muitos já chamaram “a grande esperança do fado”.
Decrepidemic + Dead Meat + Vizir + Decayed + Filli Nigrantium Infernalium (Colhões de Ferro V)
Os Bunnyranch, banda portuguesa de rock´n´roll, vai apresentar no CCC o seu último álbum - If You Missed The Last Train.
O quarteto é actualmente composto por Kaló (voz e bateria), Pedro Calhau (baixo), João Cardoso (teclas e vozes) e o mais recente Augusto Cardoso (guitarra).
Sempre que os Bunnyranch gravam novo disco e preparam nova digressão, o aviso impõe-se: deixar soltas as moças casadoiras pode ser decisão arriscada.
Sempre que desce à cidade – e hoje o mundo inteiro não é mais do que uma grande cidade – este circo deixa marcas nas gentes de bons costumes.
Partindo das três vertentes base do Flamenco (“cante, baile e toque”) o guitarrista André Santos funde a sua paixão flamenca com todos os outros géneros musicais que o formam enquanto músico.
Toda a tradição flamenca é explorada partindo das mais antigas origens do Flamenco, até um Flamenco moderno que se funde com outros panoramas musicais, definindo assim uma linguagem própria e original.
Do "cante" soa o lamento, do "baile" surge a energia e a sensualidade, da música vive a paixão.