PINTURAS DE MÓNICA LANDIM

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Segunda-feira, 15 Março, 22:00 - Quinta-feira, 15 Abril, 0:00
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A iniciativa “Paredes de Cor”, no Café Concerto do CCC, vai ser preenchida em Março com quadros de Mónica Landim, onde confronta as culturas portuguesa e caboverdiana (da qual descende), numa série de auto-retratos.

A iniciativa “Paredes de Cor”, no Café Concerto do CCC, vai ser preenchida em Março com quadros de Mónica Landim, onde confronta as culturas portuguesa e caboverdiana (da qual descende), numa série de auto-retratos.

Licenciada em Artes Plásticas na ESAD das Caldas da Rainha, Mónica Landim nasceu em Alcobaça (1986), mas reside actualmente no Porto, onde está integrada no projecto de teatro, “Elástico”.

“No meu trabalho plástico, o meu rosto está quase sempre presente, sendo executado de forma obsessiva pela forma como excluo, pelo menos aparentemente, outro tipo de figuração”, explica a pintora.

Segundo Mónica Landim, esta obsessão prende-se com uma busca de identidade. Daí a ideia de uma exploração de tudo o que presentifica a sua personalidade.

“Falo de origens, influências e questões sociais, mais concretamente preconceitos”, adianta.

Através da auto-representação, responde a esta temática “pintando (embelezando, desfigurando) a minha cara como que se a estivesse a maquilhar”.

Também aplica acessórios e explora os cabelos (algo bem patente).

Este trabalho resulta em várias medias - pintura, fotografia, vídeo e performance - mantendo uma linearidade na plasticidade e no gesto que a “maquilhagem” individualiza.

Esta convergência de categorizações no âmbito das questões de Beleza, é o meio escolhido para mostrar a sua situação de confronto “miscigenação entre duas culturas a que pertenço (Portuguesa e Cabo-verdiana) e a que sempre estarei submetida”.

A artista participou em várias actividades no âmbito das artes performativas e da música, no meio escolar.

Nomeadamente, no workshop de animação, «First» (Festival de animação), participação na peça «Os flagelados do vento leste», (Festival Mercúrio) reinterpretado e encenado por Claudino Moreira, e solista no coro dadaísta «A cor dada», projecto final de curso da aluna Daniela.

Integrou no vídeo «A imperatriz», realizado e editado por Mário Negrão e Filipe Guimarães e no vídeo «A Portuguesa» do artista plástico José Carlos Teixeira. Fez de modelo nú no projecto «whe are all the same» organizado por Sal e Anabela, na revista «touch» realizada e editada por alunos do 2º ano de design gráfico e no projecto de fotografia «Nu de Olímpia» projectado por Ana Lucas.

Fez uma performance no museu mais pequeno do mundo «Embelezar» e teve uma participação activa na segunda e terceira edição do Festival de Artes Alternativas PRAGA.

Foi vocalista da banda Dusty James Bondage.

Exposições

2009 Outros Eus, exposição de finalistas, da boca a orelha, Nazaré

Sem título, PRAGA festival de artes alternativas, Guimarães

Sem titulo, da boca a orelha, Orfeão Velho – Leiria

2008 Sem título, PRAGA festival de Artes Alternativas, Évora

Auto-retrato fotográfico, Fitec – Leiria

Auto-retrato (s) Exposição de finalistas, ESAD – Caldas da Rainha

Auto-retrato fotográfico, mostra da Exposição de Finalistas, galeria Geifart –

Lisboa.

Eus, Rabiscuits mostra de arte experimental, Alcobaça

Eus, Rabiscuits mostra de arte experimental, Festival Gastronómico do

Chicharro, Alvaiázere.

Outros

Participação na revista alemã de fotografia, DER GREIFT.

preço: 
0,00€